Wuuuuus good! Sou eu, a BB

Quem nunca teve aquele colega de trabalho chato, uma mãe a insistir para fazeres a cama a cada 2 minutos, ou uns vizinhos tão barulhentos que só dá vontade de lhes tocar à porta, deixar lá um saco de cocó a arder, e depois fugir?

O que esperar deste artigo:

  • Perceber o conceito de inteligência emocional;
  • Conhecer o papel do factor “emoções” nas relações;
  • Entender a importância de conhecer e saber lidar com as emoções;

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Well, confesso que estou familiarizada com estas situações, e estes até são exemplos bem leves, comparando com alguns dos problemas que a vida por vezes nos trás. Mas também existem muitas vezes em que só uma pequena coisinha nos faz sair do corpo e voltar!

Libertam-se tantas emoções desmedidas, que quando estamos de volta ao nosso corpo só desejamos encontrar um buraco para nos enfiar. Muitas destas vezes acabamos por atingir outras pessoas e até estragar algumas relações… Será que podemos evitar isto? E se podemos, como o fazemos sem nos tornar-nos apáticos e indiferentes a tudo que nos possa afetar?

Tantas emoções... por onde começar?

Tantas emoções... por onde começar?

Para começar, nem oito nem oitenta. Grande parte do segredo no controlo das emoções é o equilíbrio: nem a mais, nem a menos, e, apesar de algumas vezes parecer que não sentimos nada, presumo que sejam mais as vezes em que sentimos tanta coisa ao mesmo tempo que nem sabemos para que lado gritar primeiro.

Mas nada temas! Talvez as dicas que se seguem possam ajudar a nossa alma a não deixar o nosso corpo com tanta facilidade. Falo, mais especificamente, sobre como manter a nossa sh*it together em momentos difíceis, especialmente quando temos pessoas de quem gostamos à nossa volta.

Conhece as tuas emoções

Conhece as tuas emoções

Todos nós já reagimos a algo menos bom por impulso, dizemos o que na verdade não queríamos dizer, ficamos até um pouco descontrolados e nem ouvimos bem metade do que por nós foi dito.

O mais recorrente nestas situações é a outra pessoa nos chamar a atenção acerca das nossas atitudes, e nós nem sempre temos isso em consideração, mas devíamos! E porque? Porque enquanto seres humanos dotados de racionalidade, somos capazes de fazer uma auto-avaliação, estando conscientes (maioritariamente) do que fazemos bem ou mal, e, mesmo que isto pareça difícil quando se trata de uma emoção DAQUELAS, é importante que a conheçamos e que avaliemos a intensidade com que a vamos expressar, tendo em conta a nossa envolvente. Na prática trata-se deste pequeno exercício:

  1. *sentir emoção forte a emergir*
  2. *fazer pausa e respirar fundo*
  3. *rapidamente encontrar uma forma mais agradável de expressar*
  4. *expressar*.

Isto vai sem dúvida evitar algumas discussões ou conversas menos agradáveis. Um plus para as nossas relações!

Lida com as emoções

Lida com as emoções

Bem… que remédio temos depois de sentir uma emoção forte, senão lidar com ela? Isto é importante: reconhecer a emoção, saber controlá-la, mas nunca a suprimir, pois isso apenas contribuiria para encher um “saquinho” de emoções, que mais cedo ou mais tarde iria começar a deitar por fora, ou pior, rebentar! And we don’t want that, do we? Portanto, o segredo é dar a importância necessária a cada emoção na altura em que ela surge, de modo a que nenhuma delas se apodere da nossa vida e nos roube o nosso bem-estar ou arruíne algumas das nossas relações.

Reconhece as emoções dos outros

Reconhece as emoções dos outros

Para além de aprendermos a conhecer as nossas emoções e de lidar com elas, grande parte da nossa vida é também lidar com as emoções dos outros, pois, algumas das vezes, os papeis invertem-se e somos também nós a “voz da razão” quando alguém está exageradamente exaltado.

Mas algo ainda mais importante é compreender a outra pessoa em situações difíceis (mesmo quando é também difícil para nós), perceber os seus sentimentos, e pensar em como podemos ser úteis, em como podemos ajudar esse alguém a sentir-se melhor.

Por exemplo, o teu pai teve um mau dia de trabalho e chega a casa a reclamar com tudo o que vê à frente. Ok, a culpa não é tua, mas isso não significa que tenhas de lhe gritar isso de volta! Algo que podes fazer é (não esquecer o respirar fundo) mudar o assunto, falar de algo agradável, ir pondo a mesa para o jantar ao mesmo tempo e realçar o facto de este estar delicioso! Não custa nada e faz imediatamente a diferença!

Lida com as relações

Lida com as relações

Ora bem, é aqui que todas as dicas acima se juntam, ou seja, se conseguires seguir estes conselhos, serás com certeza capaz de te relacionar com os outros a um nível muito mais gratificante (descobre mais sobre como criar boas relações aqui), criando uma empatia que se mostrará recíproca, potencializada pela tua capacidade de lidares com as emoções de quem te rodeia.

Estas capacidades dão-te ainda a oportunidade para despertares emoções positivas nos outros, seja por lhes mostrares a tua personalidade, pela motivação e inspiração que transmites, ou pela forma como deixas qualquer um à vontade ao pé de ti!

E então? Conheces alguém assim? Com quem sentes uma ligação quase automática? I know I do. E o que eu tento fazer?

I try to Stay clipped!

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