• Heyaa! Este post surgiu da vontade de ajudar a ultrapassar, com sucesso, inseguranças que de vez em quando assolam a mente de todos nós: “quero falar com outra pessoa e não sei como começar”!

O que esperar deste artigo:

    •  Porque ficamos nervosos?
    •  Como ultrapassar o nervosismo, com sucesso?
    • Por que devemos ultrapassar isto?

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O Homem vive em comunicação. Comunicar é uma das nossas funções mais naturais. E no entanto, o que parece ser a coisa mais fácil do mundo torna-se, por vezes, um bicho-de-sete-cabeças. Principalmente para quem tem uma personalidade que penda mais para a introversão.
Mas razões e situações para nos vermos aflitos com uma coisa tão simples é o que não falta! Ora vejamos:

Porque ficamos nervosos?

Trocado por miúdos

Existem vários níveis, várias graduações de reacção nervosa. Desde a timidez, até à ansiedade social. Atenção que esta última pode condicionar muito uma pessoa, requerendo acompanhamento de profissionais de saúde mental. Abordarei situações mais leves, por haver soluções um pouco mais abrangentes. Mas reforço que a saúde mental é um assunto muito importante, por vezes relegado em favor da saúde física. Não a descuremos!

Podemos ficar nervosos pela consideração que temos do nosso interlocutor. Aquela crush, superiores hierárquicos no trabalho ou nos estudos, ídolos, ou até familiares que admiramos muito. Pode também ser uma questão de que tema queremos abordar: informações delicadas devido ao contexto ou admitir erros…

A dificuldade em interagir com outras pessoas não é um acontecimento recente. Contudo, fazermos muita da nossa interacção diária através dos nossos smartphones e computadores toma tempo antes investido em conversa presencial. Temos portanto alguma falta de treino.

Trocado por miúdos

Trocado por miúdos

Muitas das vezes é só aquela vergonha momentânea que passa logo depois do interlocutor se ir embora. Vou pintar o cenário: avista-se pessoa, pessoa desperta-nos interesse, queremos dizer algo e, de repente, bloqueamos, questionamos o sentido de todas as palavras que nos surgem – quando conseguimos que surja alguma – e a pessoa vai-se embora sem que tenhamos conseguido proferir o quer que seja. Logo a seguir, vem uma enxurrada de ideias de coisas “normais” para se dizer. Um pouco como l’espirit de l’escalier (o sentimento de nos lembrarmos da resposta perfeita a uma provocação apenas depois de nos irmos embora, de abandonarmos a conversa). Mas sem a parte da provocação, considerando só a nossa ação.

Considero que o elemento essencial nestes momentos somos nós. Até lembra a típica frase de fim de relação – “não és tu, sou eu”. Somos nós que conseguimos ultrapassar o “problema”. Como? Keep Reading 😉

Como ultrapassar o nervosismo, com sucesso?

Como ultrapassar o nervosismo, com sucesso?

Claro está que há muitas nuances, mas no geral, estas dicas podem ajudar a ultrapassar situações embaraçosas.

Não te leves demasiado a sério. É importante relembrarmo-nos de que, por muito evoluídos que sejamos, somos todos humanos. Nenhum de nós sabe todas as respostas para todas as questões que nos surgem. Por isso, não há uma fórmula perfeita de interacção com o outro, porque todos erramos. E o que funciona para certas pessoas, pode não funcionar para outras. Devemos encontrar consolo neste paradoxo. Todos falhamos, e por tentativa e erro chegamos ao sucesso.

As outras pessoas também passam pelo mesmo. Não é ao mesmo tempo, mas todos passamos por isto. Na primeira vez que temos de falar com alguém sem familiares ao lado; a primeira entrevista de emprego; a primeira vez que nos deixam sozinhos com uma criança que já fala. Temos de desmontar o medo, para o domar, e torna-lo algo comum é uma forma de facilitar a coisa.

As outras pessoas também passam pelo mesmo. Não é ao mesmo tempo, mas todos passamos por isto. Na primeira vez que temos de falar com alguém sem familiares ao lado; a primeira entrevista de emprego; a primeira vez que nos deixam sozinhos com uma criança que já fala. Temos de desmontar o medo, para o domar, e torna-lo algo comum é uma forma de facilitar a coisa.

É uma situação passageira. Voltarás à zona de conforto muito brevemente. É uma questão de enquadramento até te considerares confortável em todas as situações. O que neste momento é fonte de conflito, tornar-se-à terreno seguro se assim o pretenderes.

Dicas do caríssimo Charlie

Dicas do caríssimo Charlie

Charlie Houpert, fundador do canal de Youtube Charisma on Command, apresenta neste vídeo três dicas mais práticas de como começar uma conversa. Penso que seja mais direccionado para a primeira abordagem a uma pessoa aleatória. Em traços gerais: faz perguntas, ouve o outro e apresenta-te.

Primeiro, esclarece as tuas dúvidas com outras pessoas, em vez de recorreres directamente ao Google;

Depois, procura compreender os sentimentos e opiniões das outras pessoas. Lança um tema, por mais genérico que pareça. Dá espaço para falarem sobre si, aquilo em que acreditam e o que valorizam.

Por fim, apresenta-te (“Olá, o meu nome é…”). Gosto de deixar isto para o fim, permitindo adaptar a minha apresentação às preferências do interlocutor, conjugadas com as minhas. Sucesso em dobro!

Existem mais dicas de comunicação interpessoal. Por vezes pode até ser benéfico fazer um curso nessa área. E agora perguntais-me: “Mas eu, que nasci assim, obra-prima assinada, e aceito-me como sou, vou agora ter trabalho a mudar uma coisa que me vai causar ansiedade ao enfrentar por alma de quem?”. Ao que respondo com o final deste post:

Por que devemos ultrapassar isto?

Por que devemos ultrapassar isto?

      • Nunca se sabe quem pode ser a próxima pessoa a mudar a tua vida. Não percas a oportunidade de a conhecer;
      • Sentir-te-ás mais confortável em espaços públicos, e contigo isoladamente – sucesso a dobrar!
      • Podes até ser tu o próximo agente de mudança da vida de uma ou várias pessoas, de uma só vez;
      • É através de falarmos uns com os outros que chegamos a novas conclusões, e que evoluímos – não queiras ficar extinto, como os dinossauros. Por falar nisso ( na evolução mútua, não nos dinossauros), para saberes mais sobre gerir emoções, espreita o post da BB!
      • De certeza que me estou a olvidar de outras razões. Se te deparares com alguma, diz-me!

Conclusão

Conclusão

Na verdade é tudo uma questão de enquadramento mental. Todos passamos por esta situação, e depois de a ultrapassar, até nos rimos do valor que demos a coisas tão insignificantes. Se quiseres investir mais no desenvolvimento das relações que crias, segue os próximos posts do nosso Rui, começando pelo primeiro de uma tríade bem jeitosa.

E claro, never forgetti:

Stay Clipped

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