Qual a importância de um nome num relacionamento? | #02

Qual a importância de um nome num relacionamento? | #02

E então malta, tudo porreiro?! Esta é a 2ª parte da sequência de artigos baseados no livro: Como fazer amigos e influenciar pessoas – Dale Carnegie.

  1. A importância de teres um verdadeiro interesse nas pessoas;
  2. Qual a importância de um nome num relacionamento; (estás a ler este)
  3. A importância de fazeres sentir a outra pessoa importante;

O que esperar deste artigo:

  • Qual a importância de saberes o nome das pessoas;
  • As mudanças que ocorrem quando usas o nome das pessoas num relacionamento;
  • Os benefícios que um relacionamento alcança ao utilizares o nome da pessoa;

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Sou mau com nomes

Sou mau com nomes

Certamente já te aconteceu encontrares alguém, saberes o nome da pessoa mas a outra pessoa nem fazer uma pequena ideia de qual é o teu. Tenho algumas dúvidas de como vocês se sentem quando isso acontece, mas por experiência própria, sinto que sou um pouco “dispensável” para a pessoa, e isso retira-me alguma da vontade que tenho de falar com essa pessoa.

Curiosamente, no livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas” o autor aborda esse mesmo aspecto e diz que a maioria das pessoas não gosta nada quando situações dessas acontecem. Ele acrescenta que:

Quando nós nos esquecemos do nome de uma pessoa, a mensagem que estamos a passar é que essa pessoa não é assim tão importante para nós.

Ele também diz que dizer “ah, não sou nada bom com nomes” é uma desculpa ineficaz.

Pessoalmente penso que as coisas sejam um pouco menos severas. Compreendo o que o autor diz, mas penso que só não haja desculpa se, anteriormente, tiver havido uma conversa ou algo do género. Se tiver havido algo assim e não se souber o nome da pessoa, aí sim, deves entrar em modo: shame on you.

Ouvir o próprio nome fortalece um relacionamento

Ouvir o próprio nome fortalece um relacionamento

Todas as pessoas adoram ouvir o seu próprio nome. Isso transmite a sensação de que a pessoa se lembra de nós e como consequência sentimo-nos logo mais conectados com a pessoa. A vontade de continuar a falar com ela cresce, o que é logo meio caminho para criar uma maior empatia e tornar o relacionamento muito mais forte.

De forma a ajudar a que se compreenda a verdadeira importância de saber o nome das pessoas e os efeitos positivos que isso traz num relacionamento, vou contar uma história. Hora da história!

A infelicidade feliz de saber o nome do senhor dos bifes

A infelicidade feliz de saber o nome do senhor dos bifes

Para as pessoas que ainda estou à espera de ter o prazer de conhecer, fica aqui uma informação importante sobre mim. Eu ADORO bifes. Uma das coisas que me dá mais prazer comer são uns brutos bifes. Daqueles bem tenros que se desfazem na boca. Por falar em bifes, há uma blogger chamada Isabel que indica sempre locais espectaculares para se ter refeições brutais. Passem pelo blog foodiefriend. Voltando à história.

Há uns anos atrás, era eu ainda puto, fui com o meu pai comprar uns brutos bifes (herdei o gosto dele) ao na altura Ecomarche da Chamusca. Como sempre o mesmo senhor atendeu-nos com um nem mau, nem bom atendimento. Um serviço normal.

Recordo-me de que quando chegava a casa, o meu pai ainda tinha de cortar lá pedaços dos bifes, deitava fora algumas partes dizendo que aquilo estava a mais (algo que me chocava muito, nenhum pedaço de bife é deixado para trás!) entre outros trabalhos que eram necessários.

O pormenor que fez a mudança num relacionamento

O pormenor que fez a mudança num relacionamento

Certo dia, fomos lá novamente mas desta vez o meu pai viu lá na placa de identificação que o senhor se chamava Eduardo. E disse algo do género: Bom dia, Eduardo. Tudo bem? Algo que na altura me pareceu tão banal mudou muita coisa. Para o bem o para o “mal”!

A parte negativa

A parte negativa

Primeiro que tudo, começamos a demorar MUITO mais tempo quando íamos aos bifes. Só me lembro deste exacto momento e da frase “hedionda”: Bom dia, Eduardo. Tudo bem? Porque eu era uma criança viciada em jogos (playstation). E tudo o que fosse mais de 30 minutos longe da consola deixava-me nervoso.

Brincadeira à parte. Tal como disse, o serviço era simpático. Mas a partir desse dia o serviço ficou 5 estrelas!

O que trouxe um simples: Olá, Eduardo. Tudo bem?!

O que trouxe um simples: Olá, Eduardo. Tudo bem?!

Revendo agora a conversa através dos olhos do meu “mini eu” passado todo aborrecido por estar lá à espera dos Bifes, vejo que houve uma diferença abismal no atendimento. O Eduardo, o senhor dos Bifes, passou logo a fazer mais perguntas com o objetivo de entregar a carne ao meu pai da melhor forma possível. Perguntas do género:

  • Irá querer que corte assim ou assim?
  • Como está a querer fazer os bifes? Dependendo do método corto a carne para facilitar;

Pode parecer algo insignificante. Mas o Eduardo estava a poupar imenso tempo ao meu pai. Tal como disse, o meu pai quando chegava a casa, ainda tinha que arranjar a “bifalhada” e isso levava tempo. Depois deste episódio o meu pai ficou mais livre.

O engraçado disto tudo é que o meu pai ao melhorar o relacionamento com o Eduardo, obteve ajuda por parte dele para melhorar o relacionamento com a família. É daquelas coincidências inesperadas brutais. Por falar em coincidências brutais.

Uma coincidência engraçada

Uma coincidência engraçada

As coisas ainda melhoraram mais na segunda vez que lá fomos, porquê? Porque o Eduardo também perguntou o nome ao meu pai. E sabem qual é a parte mais curtida disto tudo? É que o meu pai também se chama Eduardo.

Houve alturas em que eles brincavam com a situação e faziam frases mesmo só para “gozar” com a situação. Algo que eu achava um tanto estranho, mas eles curtiam daquilo. Frases como:

– Olá, Eduardo! Tudo bem contigo, Eduardo?

– Sim, Eduardo. Comigo tudo bem, Eduardo. Hoje é dia de “bifalhada” Eduardo?

– É verdade, Eduardo.

Acho que já estão a compreender a dinâmica da coisa.

Os benefícios

Os benefícios

Os benefícios foram todos os que um amante de bifes podia desejar! Em visitas seguintes, o Eduardo aconselhava qual a melhor carne, guardava nacos brutais para nós, entre um monte de outras situações.

Tudo isto aconteceu porque naquele dia o meu pai chamou o senhor dos bifes pelo nome. Isso fez como que eles conversassem mais, trocassem informação, compreender o quão importante era para nós os bifes, o que representava, etc.

Mas de forma sintetizada:

  • Conhecemos melhor outros membros do Ecomarche;
  • O ambiente ficou ainda mais agradável;
  • Via-se felicidade nos olhos do Eduardo;
  • Bónus: Recebíamos um atendimento excelente!
    • Alguns dos melhores nacos ficavam para nós;
    • O serviço tornou-se mais pessoal;
    • Os bifes já vinham praticamente prontos;

Conclusão

Conclusão

Chamar a pessoa pelo nome em vez se ser, senhor/a isto, senhor/a, aquilo é algo muito simples e que tem repercussões gigantescas! Mostra que tens em atenção a pessoa e que esse alguém é importante para ti.

Tal como Dale Carnegie, autor do livro, diz:

O nome de uma pessoa é para ela o som mais importante que existe.

Stay Clipped

 

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Em busca do equilíbrio: “yes man” vs. a  importância em saber dizer “não”.

Em busca do equilíbrio: “yes man” vs. a importância em saber dizer “não”.

Equilíbrio han? Vocês devem estar a pensar que se enganaram no blog e que foram parar ao site dum life coach ou dum comediante com sentido de humor macabro. Mas garanto-vos que vieram ao sítio certo!!

Estar em equilíbrio connosco próprios e com as pessoas à nossa volta pode parecer uma utopia, mas é possível e muito importante para a nossa sanidade mental e para manter relações saudáveis!

O equilíbrio está relacionado com a questão de lidar bem com as nossas decisões e acções, e estas passam inevitavelmente por duas palavras chave: sim ou não. O típico “vou dormir mais 10 minutos?” ou “vou chegar à escola/ trabalho sem parecer um atleta que acabou de correr a maratona?”. Estão a perceber a ideia?

Acho que a questão do sim recebe atenção suficiente nos nossos dias e meios de comunicação, por isso vou focar-me um pouco mais na questão da importância de dizer não.

O que esperar deste artigo:

  • Compreender o porquê da importância de saber dizer “não” na busca por uma vida um pouco mais equilibrada;
  • . Reflexão sobre o uso da palavra;
  • Algumas dicas para alcançar esse equilíbrio através desta única palavra de apenas três letras. Curto, simples e eficaz!

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O “não” que come criancinhas ao pequeno almoço

O “não” que come criancinhas ao pequeno almoço

Crescemos a ouvir os nossos pais e anciãos a dizer “Não, não podes ter o pônei com que sonhas todas as noites”, ou “não podes fazer maratona televisiva de Dr. House, amanhã tens aulas” and so on and so on…

Por estas e por outras interiorizamos que “não” é a pior palavra à face da terra e devia ser banida do vocabulário mundial. É muito comum associarmos esta palavra com uma conotação negativa.

Porque às vezes só pensamos em como nos queremos divertir ou alcançar sucesso, e podemos cair na armadilha de negligenciar um pouco (ou muito) a nossa protecção física e emocional. Para além disso o appeal do “yes man” é inquestionável, aquela ideia de que dizer “sim” não só é boa educação, como é uma chave mágica que nos abre portas e ajuda a sair da nossas zonas de conforto. Não me interpretem mal, é maravilhoso sair da nossa zona de conforto e descobrir coisas novas, mas tudo com equilíbrio, sim?

Enquanto crianças e adolescentes era o trabalho dos nossos pais proteger-nos através dessa palavra maquiavélica. Agora a responsabilidade é nossa, enquanto jovens adultos ou adulto plenamente desenvolvidos, e a verdade é que muitas vezes não fazemos um bom trabalho.

Como melhorar o uso da palavra?

Pode parecer uma das doze tarefas do Hércules, mas existem pequenas dicas que podem ajudar:

Como melhorar o uso da palavra?

Pode parecer uma das doze tarefas do Hércules, mas existem pequenas dicas que podem ajudar:
Quando e porquê dizer que não?
    • Quando confrontados com aqueles dilemas que parecem ter sete cabeças, pode ajudar reflectir sobre o assunto. Quando? É uma boa altura (do dia, do mês, da vida??) para dizer que sim à adoção de um novo animal de companhia? Porque quero dizer que sim? É o meu gut feeling a falar, a minha crazy cat lady interior? Ou realmente faz sentido nesta altura do campeonato tomar esta decisão? Quais são os valores mais importantes para mim, neste momento, para chegar àquele sentimento de equilíbrio e paz de alma com a minha decisão? Responder a estas questões pode ajudar-nos a fazer a melhor escolha, bem como a lidar de forma saudável com a mesma.

Uma mudança de perspectiva também ajuda. Retirar da palavra “não” a sua conotação negativa é capaz de ser o mais eficaz. Realmente dizer que “não” é uma palavra maquiavélica soa um bocado desequilibrado não é verdade?

Esta palavra tem o poder de proteger a nossa integridade física e mental e, o seu uso de forma sábia pode, enriquecer o nosso percurso nesta estrada da vida.

Um exemplo muito conhecido é esta quote do Steve Jobs “I’m just as proud of the things I haven’t done as to the things I have done”. Às vezes dizer não fecha portas, mas também pode abrir portas para novas oportunidades. Pensa a longo prazo, look at the big picture e encontra o equilíbrio!

A palavra “não” pode revelar-se um escudo protector.
A palavra “não” pode revelar-se um escudo protector.

Uma mudança de perspectiva também ajuda. Retirar da palavra “não” a sua conotação negativa é capaz de ser o mais eficaz. Realmente dizer que “não” é uma palavra maquiavélica soa um bocado desequilibrado não é verdade?

Esta palavra tem o poder de proteger a nossa integridade física e mental e, o seu uso de forma sábia pode, enriquecer o nosso percurso nesta estrada da vida.

Um exemplo muito conhecido é esta quote do Steve Jobs “I’m just as proud of the things I haven’t done as to the things I have done”. Às vezes dizer não fecha portas, mas também pode abrir portas para novas oportunidades. Pensa a longo prazo, look at the big picture e encontra o equilíbrio!

Saber onde impor os limites; quais são as minhas boundaries?

Se permitires à tua “bússola moral” escolher aquilo que sabes no teu íntimo apontar para a decisão “certa” (dentro daquilo que queres, dentro do equilíbrio finíssimo entre sim e não) tens em ti mecanismo de gestão de stress!! Atenção que o stress mexe com a tua bússola.

Pergunta a ti próprio: existem formas de melhorar as formas como cuido de mim mesmo? Quais as formas que usas para tratar a ti mesmo? Como encontras felicidade? Equilíbrio? Descanso? Companheirismo? Estas formas são eficazes, ou preciso de mudar?

Apenas eu posso cuidar de mim mesma, nunca vás na ilusão de que alguém vai cuidar de ti e que isso vai ser o suficiente. Por falar em ilusões, outra que atrapalha muito na busca por equilíbrio é a ilusão da tecnologia: nesta ilusão, nós enquanto pessoas somos metaforicamente aparelhos que têm de estar sempre ligados, sempre disponíveis, sempre a trabalhar.

O luxo dos nossos dias é estar offline, no dolce far niente. Lembram-se que no início deste ano o governo francês criou uma lei sobre o direito à desligar os contactos de trabalho fora do horário de trabalho? O workaholic enfrenta desafios e dificuldades tão graves e severas quanto o alcoholic, é algo sobre o qual devíamos reflectir um pouco. É um questão de parar para pensar, ”onde é que fica a linha que separa o meu conforto e a minha consciência tranquila no que toca às minhas decisões/ acções?”. Encontra essa linha e encontras o teu ponto de equilíbrio.

Conclusão

Conclusão

Apesar de vivermos numa cultura de “yes man” e de estar constantemente online é possível dizer que não se assim o desejarmos. É mais simples do que imaginamos.

A dificuldade que sentimos é resultado de estarmos submersos nesta cultura, bem como do choque de infância quando as nossas figuras parentais nos negavam aqueles que seriam os nossos “simples prazeres da vida”.

O “não” pode ser usado como um escudo protector, para nos defender de uma carga de trabalhos superior à qual temos capacidade de gerir, ou simplesmente para dizer “eu não gosto de açúcar no meu café”. Verdade é que ninguém merece beber um café que vai contra os seus gostos pessoais, se percebem o que quero dizer.  

Acredito que é sobretudo uma questão de avaliar bem a situação em que nos encontramos e saber fazer as perguntas certas, para conseguirmos viver em equilíbrio com as respostas. Exemplos destas perguntas são “porquê?” e “quando?”.

Tendo estes aspetos em consideração só nos resta ouvir o nosso coração e respeitar as nossas “fronteiras morais”.

Viver em equilíbrio connosco mesmos permite-nos viver em equilíbrio com as pessoas que nos são mais próximas.

Stay Clipped

 Fontes:
The art of saying no, Kenny Ngueyn

Good boundaries free you, Sarri Gilman

Devemos ter o “Direito a desligar” do trabalho? Governo abre debate, Raquel Martins

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Como fazer amigos e criar um bom relacionamento | #01

Como fazer amigos e criar um bom relacionamento | #01

E então malta, tudo porreiro?! Tomei conhecimento de um livro chamado: Como fazer amigos e influenciar pessoas – Dale Carnegie. Achei muito interessante os mais de 30 princípios que o autor apresenta sobres relações humanas e penso que alguns possam ser bastante úteis para vocês. Partilhar esses 30 princípios seria complicado. Por isso, selecionarei 1 dos que mais gostei. De forma a conseguir simplificar a passagem de informação dividi esse princípio em 3 partes que irei publicando nas próximas semanas. São elas:

Ao leres este artigo ficarás a saber:

  • Qual a importância de ter um verdadeiro interesse nas pessoas;
  • Como isso faz com que o teu relacionamento melhore;
  • Como isso faz com que as pessoas gostem mais de ti;

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Para começar, admito que não tenho um discurso pronto se me colocassem esta questão, é demasiado abstrato, right? No entanto, há sempre um amigo pronto a ajudar quando não temos a certeza acerca de alguma coisa… sim, é o Google. E o que é que eu fiz? Fui ao seu encontro, coloquei-lhe a questão, e eis do que me apercebi:

A importância de teres um verdadeiro interesse nas pessoas

A importância de teres um verdadeiro interesse nas pessoas

Dale Carnegie, o autor do livro, despertou-me para algo curioso. Já reparaste que quando tiras uma foto onde tu apareces, quando a vais ver, por norma procuras-te primeiro? Outro ponto curioso, a forma como tu ficas na foto pesa muito na tua avaliação da mesma. Por outras palavras, se na foto pareceres a Kim Kardashian ou o Chris Hemsworth a tua resposta poderá ser algo do género: 

      • Esta foto é maravilhosa! É a nossa melhor foto de sempre!

 Mesmo que o resto do pessoal pareça um grupo de orangotangos perdidos no meio do Rossio, a olhar para um carro amarelo e a pensarem que é a maior banana que viram na vida. 

Por outro lado, se fores tu a parecer um orangotango a tua resposta pode ser algo do género:

  • Ah… Ficámos tão bem… Empresta aí o telefone só para ver melhor. Eixhe!!! Apaguei sem querer a foto. Bem, agora temos de tirar outra!

O interessante disto tudo é que, segundo o que o autor diz, a maioria das pessoas faz exactamente o mesmo. Isso acontece porque “nós estamos sempre interessados em nós mesmos“. Faz parte da nossa natureza. Segundo Dale Carnegie, esta última informação é muito útil caso queiras fazer com que gostem ou tenham mais interesse em ti. Também é muito útil caso queiras melhorar o relacionamento com alguém. Mas como é que se tira proveito disto, certo? Eu fiz exactamente a mesma questão e lembrei-me do meu passado. Vamos a uma história

O egocêntrico que rebentava com qualquer relacionamento

O egocêntrico que rebentava com qualquer relacionamento

Eu já fui um egocêntrico de todo o tamanho e até um pouco arrogante. Se conseguisse voltar atrás no tempo dava uns brutos calduços no meu antigo eu.  Durante algum tempo tive algumas dificuldades em fazer com que as pessoas gostassem de mim e fazer com que um relacionamento fosse duradouro. Sempre que me cruzava com alguém, conhecido ou por conhecer, tinha dificuldades em ouvir e tomar atenção ao que a pessoa dizia. Podia até parecer que estava a ouvir e que estava interessado no que ela dizia mas na verdade estava em modo “Tô Nem Aí”.

No fundo queria era que a pessoa parasse de falar para eu dizer do que eu gostava, o quão orgulhoso eu estava dos meus feitos e convencer essa mesma pessoa a seguir o que eu fazia. Ou seja, o que eu queria era colocar todas as coisas que eu achava interessantes dentro da cabeça da outra pessoa. Como devem compreender isto é uma abordagem ranhosa e medíocre.

Nenhum relacionamento se mantém de pé por muito tempo assim. Estava a pensar apenas em mim e nos meus interesses e a borrifar-me para o que a outra pessoa queria, sabia, gostava e lhe interessava. Felizmente compreendi o disparate que andava a fazer e adotei um comportamento diferente.

Nós estamos sempre interessados em nós mesmos

Nós estamos sempre interessados em nós mesmos

Esta frase pode ser interpretada de várias formas. Quando a li pela 1º vez, interpretei-a pelo lado óbvio. O que só compreendi depois é que a mensagem da frase pode ajudar-nos de várias formas a fazer as pessoas gostarem de nós e a criar um bom relacionamento. Se nós estamos sempre interessados em nós, é normal que os outros também estejam interessados sempre neles mesmos. E isso pode ser algo extremamente interessante de explorar.

Quando compreendi a utilidade desta informação alterei o meu comportamento e o resultado tem sido muito benéfico. Mas antes de irmos aos benefícios. O que é que fiz ao certo? Basicamente preocupei-me em criar empatia antes de algo mais.

O egocêntrico que aprendeu a manter um relacionamento

O egocêntrico que aprendeu a manter um relacionamento

Criar empatia é algo bastante simples. Mas por vezes, por estarmos tão focados em nós mesmo “saltamos” essa parte. Ao contrário da minha versão mais ranhosa do passado, hoje preocupo-me em criar empatia antes de algo mais. Compreendi os benefícios que essa ação trás. No decorrer do processo, acabamos por conhecer o que move a pessoa, e quais os seus gatilhos de ação. Algo super útil na hora de lidar com a pessoa. O melhor disto tudo é que só se precisa de fazer 3 coisas para que tudo isso aconteça. Ter verdadeiramente interesse pela pessoa;

  1. Fazer perguntas;
  2. Dar espaço.

Bastante simples, certo? Em parte, de facto, é mesmo. A única dificuldade é, na hora H, conseguirmos fazer isto e não começarmos a querer falar de nós, impedindo que a outra pessoa se sinta à vontade para dizer o que sente, deseja, sonho, etc. Ainda hoje estou a aperfeiçoar este processo.

Ter verdadeiro interesse pela pessoa

Ter verdadeiro interesse pela pessoa

Dale Carnegie diz que este é um dos fatores cruciais de um bom relacionamento. Através deste simples princípio o nível de empatia numa relação pode crescer a níveis gigantescos. Hoje quando eu encontro uma pessoa e, por exemplo, descubro que ela adora dança contemporânea, eu fico realmente interessado. Posso não ter interesse em dança contemporânea mas tenho interesse em compreender o porquê da pessoa ter interesse. É nessa altura que começo com as perguntas.

Fazer perguntas

Fazer perguntas

Faço várias perguntas. O objetivo nesta fase é compreender melhor o principal interesse que a pessoa tem para depois explorar melhor essa situação. Dale Carnegie diz que quanto mais se deixa uma pessoa falar de si, mais interesse a pessoa terá em ter-te por perto e mais irá gostar de ti (ok, estou a simplificar muita a coisa. Mas a base penso que seja esta). E que tipo de perguntas se pode fazer?

  • Perguntar pelas competições em que já participou;
  • Há quanto tempo participa;
  • Sobre toda a sua experiência;
  • O porquê de ela ter começado a dançar;
  • Perguntar por histórias que tenha;
  • Saber como chegou onde chegou;
  • entre outras;

Dar espaço às pessoas

Dar espaço às pessoas

É importante que a pessoa se sinta o centro das atenções neste momento. Porque é isso que de facto deve acontecer. Para que isso aconteça, dou espaço para ela contar histórias, contar medos, contar vitórias, dizer o quão orgulhosa está dos seus feitos e tudo o que ela queira dizer mais.

Benefícios

Benefícios

Quando comecei a utilizar esta abordagem comecei a sentir as consequências. Que foram:

      • Upgrade na minha visão do mundo;
      • Conhecer imensas pessoas;
      • Contacto com imensas ideias diferentes;
      • Passagem de interesses mais eficiente;
      • Relacionamentos mais duradouros;
      • Gostarem mais de mim;

Como podes ver, “gostarem mais de mim” é a última consequência. Para além disso, na minha modesta opinião, gostarem de ti deve ser uma consequência e não um objectivo. Digo isto porque enquanto andei com o objetivo de fazer as pessoas gostarem de mim os resultados eram tão bons como os que tenho a métodos quantitativos II e III (matemática).

Ou seja tristes, medíocres e vergonhosos. Ia tendo resultados positivos mas no fim do semestre reprovava. Para dar alguma credibilidade ao meu pensamento, o Professor Doutor Dário Rodrigues uma vez disse-me: “Rui, é mais fácil fazeres amigos em dois meses interessando-te pelas pessoas, do que passares dois anos a tentar conseguir o interesse dos outro.”

Nota: Não, este professor não é o de matemática. E ele está certo. Só compreendi o verdadeiro significado da mensagem tempos depois. Basicamente, depois de ter rebentado com não sei quantos relacionamentos. Mas pronto, sempre a aprender.

Conclusão

Conclusão

Este princípio de ter verdadeiro interesse nas pessoas pode ser útil em qualquer tipo de relacionamento que possas pensar. Desde as relações profissionais, às de amor, familiares, amizade. Se começares a mostrar o genuíno interesse que possuis pela pessoa, por norma a outra pessoa irá retribuir o interesse.

Nessa altura podes partilhar os teus gostos, sonhos, ambições e tudo o que queiras. Apesar de demorares consideravelmente mais tempo a dizeres o que queres, vais obter resultados/respostas muito melhores.

Uma coisa é ouvires informação sem teres perguntado por ela, outra coisa é receberes essa informação depois de teres perguntado por ela. É assim para ti e para a maioria das pessoas.

Acredito que Dale Carnegie esteja certo quando diz que se colocarmos este princípio em ação que isso ajudará os nossos relacionamentos a serem mais duradouros e interessantes.  

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5 formas para ganhar motivação num dia menos bom!

5 formas para ganhar motivação num dia menos bom!

Hallo, pessoal!! Eu sou a Rita, e vou partilhar convosco 5 mecanismos que uso no meu dia-a-dia para manter a motivação em alta! É muito fácil acordar com os pés fora da cama, ou sair de casa e ver logo aquela nuvem cinzenta a cobrir o nosso espírito. É por isso que é importantíssimo encontrarmos mecanismos para dar a volta a esses dias!

Manter a motivação elevada não só é meio caminho andado para o sucesso que procuramos alcançar, como é também o melhor meio de ser feliz e saudável ao longo deste percurso para conquistar os nossos sonhos!!

O que esperar deste artigo:

  • Compreender a importância de ter um dia positivo;
  • Alguns mecanismos simples de motivação;
  • Uma dose de energia contagiante que te vai fazer sentir como um super-herói capaz de tudo!;

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Motivação em tempos de crise

Motivação em tempos de crise

Acho que é uma daquelas verdades universais, são raras as pessoas que sabem lidar com as segundas-feiras, não é verdade? Parece que uma pessoa simplesmente não nasceu com a capacidade inata de se mentalizar que o fim de semana acabou, e ficamos em modo de negação existencial. Felizmente o café não é o único elixir de motivação e energia nesta vida!

Todos temos as nossas razões que nos levam a inscrever naquele curso, a aceitar aquele trabalho e enfim, a fazer tudo o que fazemos na vida. Essas razões são a mais poderosa fonte de motivação que possuímos!! Ao perguntar o porquê do que estamos a fazer, estamos precisamente a relembrar o que nos motiva, a força que temos para lidar e ultrapassar todos os obstáculos possíveis e imaginários que faz com que tudo valha a pena!!

Mas face às pequenas (grandes!) batalhas que enfrentamos no dia a dia, é fácil sentir que perdemos o foco nessa meta, ou que esta simplesmente não é suficiente… é por isso que é tão importante ter alguns truques na manga, para casos de emergência!

As dicas que partilho convosco, procuro usá-las todos os dias da semana. Elas ajudam-me a pintar o céu mais azul e espero que vos motivem também!!

Reduzir o discurso negativo

Reduzir o discurso negativo

Experimenta reduzir o palavreado negativo, para efeitos psicológicos. Um bom exemplo é o título deste post, não é um dia mau, é menos bom! Lembra-te também que o dia só acaba à meia noite, o que significa também que há sempre oportunidade de ocorrer um acontecimento de dimensoẽs astronómicas que altere o teu estado de espírito!! Mantém a fé e deixa-te surpreender!!

O uso de palavras de cariz positivo também permite treinar o teu cérebro para as vantagens da felicidade, no sentido em que respondendo a um estímulo que te deixaria em baixo com mensagens positivas vai motivar o teu comportamento para a felicidade. Isto significa que o teu cérebro vai ter uma melhor resposta, mais criativa, mais produtiva, melhor adaptada ao problema, do que se estivesse sob stress!!

Ter atitudes e discursos positivos não só vai fazer a diferença na forma como te sentes, mas também nas energias que transmites aos que te rodeiam. Isto é ou não é absolutamente espetacular??

Algo tão simples e tão pequenino como uma mudança de vocabulário e comportamento tem a capacidade de mudar o teu dia e o das pessoas com quem o partilhas!! Isto significa melhores relações com os teus amigos e colegas de trabalho, bem como um ambiente mais saudável com uma energia contagiante!! Os poderes da motivação não conhecem limites!

Ouvir música, cantar, dançar!

Ouvir música, cantar, dançar!

Aproveita toda e qualquer oportunidade para ouvir música e/ou cantar. Atenção que, se não cantares com entusiasmo não é a mesma coisa… o ideal é quando há caretas e gesticulações envolvidas! A música permite-nos escapar por breves momentos para outra dimensão e, até mesmo, transportar outra dimensão até nós!! Percebes o que eu quero dizer? Quando recrias aqueles momentos do estilo do teu filme musical preferido ou do Glee e, de repente, a tua vida é como um filme (e é tão bom!!!).

Nunca neges ao teu corpo a sua necessidade básica de expressão face à música que te faz vibrar, ou seja, aproveita e dança como se ninguém estivesse a ver. A música tem o poder (1) de alterar a forma como percepcionamos o mundo e o nosso mindset. Através dela conseguimos sentir e expressar melhor os nossos sentimentos e até mesmo alterá-los.

Por exemplo, mesmo quando nos sentimos tristes, se de repente ouvimos a nossa música preferida ou uma música com uma energia descomunal, vamos sentir a motivação para sair daquele estado de espírito, embalados pela música. Conclusão, podemos usar a música como um mecanismo para manter o nosso dia positivo e a motivação em níveis astronômicos!!

Mens sana in corpore sano

Mens sana in corpore sano

Muitas vezes os níveis de hidratação e açúcar estão em baixo, é essencial manter esses valores em alta porque dão energia ao teu corpo! Compreendo que pode soar estranho, mas acredita em mim, beber muita água durante o dia e ceder à tentação daquele chocolatinho que te apeteceu a manhã toda (vá, um cafézinho ou chá com açúcar) podem fazer a diferença!

Se o teu corpo se sentir bem é meio caminho andado para a tua mente se sentir motivada. Sei o que estão a pensar… a maior parte do comum mortal tem uma memória de peixinho no que toca a beber água, hehe.

    • Felizmente nesta era da comunicação e tecnologia o que não falta são dicas, alarmes no telemóvel e até mesmo aplicações para lembrar uma pessoa de que é tempo de hidratar (2) o sistema!! Pode ser desde substituir o café por chá (que mantém o intuito da cafeína e junta uma bela dose de hidratação) até o mais simples, que é  arranjar uma garrafa para uso pessoal.
    • Independentemente do tamanho, uma vez adquirida uma garrafa só precisamos de criar objectivos, por exemplo: “tenho de beber tudo durante o período da manhã” ou “tenho de encher a garrafa com água três vezes por dia”. Basicamente é criar uma rotina que sintam que resulta bem convosco;

Respirar fundo

Respirar fundo

Permite-te tirar breves momentos de pausa. As pausas não só são importantíssimas para processar a informação/ situação com que estás a lidar, como também para o teu cérebro descansar e consequentemente procurar melhores respostas sem todos os estímulos externos.

Ou seja é uma forma imparcial e não condicionada de brainstorming (por isso é que, muitas vezes, as melhores ideias que temos ocorrem quando não estamos preocupados com o assunto em questão!)

É interessante perceber como o funcionamento do cérebro (3) nos proporciona mecanismos de motivação que permitem melhorar a nossa produtividade! O cérebro é como qualquer outro órgão, tem necessidades e não convém sobreaquecer a maquinaria se queremos um funcionamento eficiente.

Quando trabalhamos demasiado e/ou sob stress o corpo entra em modo sobrevivência: todas as nossas forças e energias se focam em manter o organismo em funcionamento básico , o que não é propriamente compatível com toda a energia necessária para o processo criativo requerido em contexto de trabalho.. Conclusão? É fundamental fazer pausas em nome do sucesso e da eficiência e eficácia do nosso trabalho!

Usa também essa pausa para te (re)lembrares das razões que te motivaram a sair da cama. Respira fundo, retoma ao modo zen e liberta o mestre do kung fu que há em ti! Manda todas as preocupações, sobre as quais não tens controlo, pela saída de emergência e foca-te nas tuas capacidades! Acredita em ti, tu consegues!!

Larga uma alta gargalhada!

Larga uma alta gargalhada!

Proporciona a ti próprio formas de largar uma boa gargalhada. De preferência uma daquelas gargalhadas que dura dois minutos, provoca falta de ar e dor de burro! É engraçado o contraste entre a falta de ar num momento e o boost de energia no outro, não é? Se tiveres uma equipa ou um grupo de amigos com quem possas partilhar essa gargalhada, vai saber-te pela vida. Senão, um minuto de gatos a fazer disparates num vídeo do Youtube também serve perfeitamente para o efeito!

Sabias que o sorriso tem o mesmo efeito que as palavras positivas no nosso cérebro? Os músculos da tua cara, quando esboçam um sorriso, transmitem ao teu cérebro a mensagem de que estás feliz (e queima calorias, quem poderia querer mais?!?!)!!

Os benefícios do humor não se reservam exclusivamente para ti, mas também para todos com quem partilhas esse humor! Ou seja, se conseguires largar gargalhadas nas pausas e fazer do local de trabalho um sítio onde o bom humor prevalece sobre as forças do mal, estás novamente a fazer do teu trabalho um lugar estimulante e criativo, com bom ambiente: tudo isto factores que só podem resultar em produtividade, sucesso e felicidade!! Realmente uma pessoa com a motivação certa é equivalente a um super-herói, não concordam?

Conclusão

Conclusão

Portanto, resumidamente, sejam mais positivos no vosso discurso, cantem e dancem como se ninguém estivesse a ver, interpretem os sinais do vosso corpo (ele diz-vos quando precisa dum boost), respirem fundo e sorriam muito! Às vezes as coisas mais simples (das quais raramente nos lembramos) são as que fazem a maior diferença no nosso dia.

Com a motivação certa não há limites ou obstáculos para conquistar as metas a que nos propomos. É muito uma questão de nunca desistir, procurar novos meios de contornar os nossos problemas e conservar o nosso nível de entusiasmo ao máximo!!

E melhor ainda, ao nos deixarmos contagiar por estas energias, estamos a passá-las às pessoas à nossa volta! E se experimentarmos todos, não só salvar o nosso dia com estas dicas, mas também salvar o dia de outra pessoa?!

Fontes:

 (1) The Neuroscience of Music, Mindset, and Motivation by Christopher Bergland

 (2) 7 Nutritionist-Approved Tricks To Drink More Water Every Day

 (3) Artigo The Guardian – Struggling to be productive at work? Take a neuroscientist’s advice.

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ClippYou – Mas afinal o que é isso?

ClippYou – Mas afinal o que é isso?

É com um gigantesco prazer que te dou as boas vindas à ClippYou. Este é o primeiro post criado por nós. Como tal, toda a equipa achou por bem ser eu (Rui Nogueira) a escrever o primeiro post.

O que esperar deste artigo:

  • Compreender o que é a ClippYou;
  • Como nasceu e porquê;
  • Como te podemos ajudar;
  • Como podes ajudar a ClippYou;

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Follows

O que é afinal a ClippYou?

O que é afinal a ClippYou?

A ClippYou é o blog criado para as pessoas e as suas relações. Acreditamos que o mais importante na vida são as relações que as pessoas criam. Semanalmente escrevemos blog posts para te ajudar a ser uma pessoa mais empática, a conseguires gerires melhor problemas pessoais/sociais, e a conseguires desfrutar ainda mais e melhor das tuas relações. Basicamente, tudo o que precisas de saber sobre pessoas e relações. Fazemos isto tudo porque temos o objetivo de te safar de situações desagradáveis, tornar-te mais sensível a compreender sentimentos e emoções nos momentos mais decisivos das tuas relações.

O âmago da ClippYou

O âmago da ClippYou

Mas antes da ClippYou ser tudo o que mencionei anteriormente, pode-se dizer que nós somos um género de família. Todos nós estamos juntos pelo motivo mais puro que pode existir. Nós amamos de forma incondicional pessoas. Para além disso, sentimos com toda a nossa energia e força que o mais importante na vida são as relações que todos nós criamos. Isto é o âmago da ClippYou. É o que nos faz e fará mover, agora e para sempre. No momento em que o núcleo da ClippYou sentir algo diferente disto, deixará de ser a ClippYou. 

Toda a filosofia deste projeto está demonstrada, da melhor forma que conhecemos, no logótipo e no nosso nome. ClippYou é a aglutinação de duas palavras, são elas:

Clip (Clipp)

You

O que é que um Clip tem a ver com pessoas? Surpreendentemente muita coisa. Nós usamos um Clip para quê? Para juntar algo que para nós é importante, algo que não estamos dispostos a perder . Tal como as relações que temos com as pessoas que nos são próximas. Perder alguém que nos é importante pode ser devastador, por isso é bom usar um “Clip” para ficar tudo bem junto. Isso leva-nos à palavra “You”. Ou seja, tu pessoa. ClippYou é um conceito e uma ideia. A ClippYou tem o objetivo de te ajudar a “clippar” com as pessoas de quem tu mais gostas para que possas desfrutar ao máximo das relações que tens com elas. Sejam relações amorosas, familiares, de amizade ou até mesmo a relação que tens com a tua pessoa.

Como nasceu a ClippYou e porquê

É uma história bastante longa... Mas eu irei resumir ao máximo.

Como nasceu a ClippYou e porquê

É uma história bastante longa... Mas eu irei resumir ao máximo.

O nascimento

A ClippYou nasceu no dia 13/12/2015 mas com um nome bastante diferente e num formato muito mais naife. Nessa altura chamava-se Galchuda. Sim, um nome “estranho” (caso tenhas curiosidade em saber o porquê do nome pergunta nos comentários 🙂 ). Tudo começou por eu querer manifestar o meu amor a uma das pessoas que mais gostei até hoje e mostrar-lhe o quanto a nossa relação era importante para mim. (espreita aqui o artigo que fala sobre os vários tipos de amor existentes e as suas diferenças) Foi com a ajuda da Bochechuda (alcunha de namoro da minha ex-namorada) que compreendi que o mais importante na vida eram/são as relações. Como pudeste perceber as coisas podiam ter corrido melhor… Infelizmente para mim, só compreendi mais tarde que é igualmente importante saber como estimar e alimentar as relações.

Em síntese, cometi muitas falhas nesse relacionamento. Como tal, achei que se eu, o próprio fundador do projecto, não era capaz de seguir a filosofia da marca então a marca estava condenada, e eu não era digno de estar à frente desse projeto. Conclusão, a Galchuda caiu.

A queda

A queda

Em síntese, cometi muitas falhas nesse relacionamento. Como tal, achei que se eu, o próprio fundador do projecto, não era capaz de seguir a filosofia da marca então a marca estava condenada, e eu não era digno de estar à frente desse projeto. Conclusão, a Galchuda caiu.

A compreensão

Depois de me ter fartado de estar desiludido comigo, comecei a fazer pesquisas sobre pessoas e os seus relacionamentos. Compreendi que um dos principais motivos pela separação dos casais com idades inferiores a 30 anos é a falta de empatia. Quando aprofundei um pouco mais a pesquisa entendi que o principal motivo dos desentendimentos relacionais é a falta de empatia também. Sejam relações:

amorosas

familiares

amizade

profissionais

Quando uma pessoa ou grupo de pessoas não compreende o “Porquê” de alguém, começa a haver atritos/desinteresses. Isso a longo prazo, pode arruinar o melhor dos relacionamentos.

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O porquê do renascimento

O porquê do renascimento

Falta de empatia é algo do qual eu já sofri bastante. Isso fez-me perder algumas pessoas. Tenho reparado que há imenso pessoal a sofrer do mesmo e tal como eu tive, tem algumas dúvidas de como resolver a situação.

Assim como todas as outras capacidades, a empatia pode ser trabalhada e melhoradaÉ nesse trabalho de melhoramento que a ClippYou entra. Ajudar-te a compreender melhor os sentimentos e emoções das pessoas para que consigas corresponder às expectativas nos momentos mais decisivos.

Como te podemos ajudar

Como te podemos ajudar

Apesar de toda a equipa ser jovem, levamos bastante a sério este assunto. Há várias pessoas que a ClippYou pode ajudar, desde as curiosas, às que querem aprender mais sobre o assunto até às “mais despistadas”. Contudo, nós estamos focados principalmente em 2 tipos de pessoa.

P

As que precisam de ajuda para se tornar mais empáticas;

w

As que estão com dificuldades em lidar com pessoas desprovidas de empatia;

Estamos aqui para te ajudar em tudo o que precisares sobre pessoas e relações. Estamos aqui para te ajudar a estares ” ready to do it” no momento mais decisivo.

Como podes ajudar a ClippYou

Como te podemos ajudar

Se vires que consegues ajudar a ClippYou dando informação mais detalhada sobre algum ponto, ou quiseres contribuir para que este projeto consiga ajudar de forma mais eficiente as pessoas, por favor, sente-te à vontade para entrar em contacto connosco.

Ninguém sabe tudo, e nós também não. A diferença entre uma pessoa e a ClippYou é apenas a equipa. Todos nós podemos aprender a ser mais empáticos sozinhos, saber como resolver os problemas pessoais/sociais sozinhos, etc. Mas se reparares, isso significa que estás sozinho/a.

Deste lado tens uma equipa constituída por 6 elementos disposta a ajudar-te no que for preciso!

Conclusão

Conclusão

No fim do dia tudo se resume às pessoas que tens à tua volta e quão bem isso te faz sentir. É verdade que nem todas as relações funcionam, mas isso não faz mal. O importante é saberes aproveitar as que tens e conseguir melhorá-las ainda mais. Muitas das vezes nem é preciso muito. Uma mensagem a dizer “gosto de ti” ou um simples telefonema a dizer “então caraças?! Nunca mais te vi. Bora beber uma?” é o suficiente.

Junta-te à ClippYou e ajuda-a a conseguir tocar em mais pessoas, de forma a torná-las mais sensíveis aos sentimentos e emoções de todos. Isto é apenas o começo!

Até breve!

 #Stay_Clippedd

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